Terça-feira, 22/11/2016
Hoje me levantei cedo, pra ser sincera nem dormir ainda. Por alguma razão, não encontrei o sono, tô viradona. Levantei, abrir a porta e fui ver meus gatinhos, no total eram 8, seis filhotes e duas adultas. Porém 7 eram filhotes da Levíta. Eu estava contente, não apresentava sinal de cansaço. Me dia tinha começado bem. Porém ainda pela manhã meu humor começou a mudar. De contente, passei a ficar seria. Pois ouvir reclamações da minha mãe dizendo que daria um fim nos meus gatinhos. Pois tão pequenos já estavam acabando com as o latas dela. Fiquei super nervosa com o que eu ouvir. De repente vi ela chorando por causa das plantas, eu rir por ironia. Quando eu percebi uma movimentação estranha do meu pai saindo com sua moto. Perguntei pra minha irmã que estava na mesa que fica na frente de casa, onde meu pai ia. Foi quando ela disse que El tinha ido atrás de uma caixa pra colocar os gatinhos. Não aguentei. Meu coração entrou em desespero. Comecei a chorar. Minha mãe reclamou por eu deixa meu celular em coma da geladeira a ponto de cair. Nem liguei. Respondi com raiva. Que deixasse lá. Ela falou resmungando. Nem liguei. Só chorava em silêncio. Quando ouvir que meu pai estava chegando tentei imaginar que não seria o que haviam me dito. Quando eu vi ele entrando pelo portão e avistei a caixa. Me desesperei. Comecei a soluçar. E vendo aquela cena em que ele ia colocando os gatinhos na caixa e os filhotes desesperado saindo da caixa correndo pelo pátio sem saber pra onde ir. Me desesperei mais. Me apeguei tanto, é ficava pensando. Aonde será que meu pai iria deixar meus gatinhos. Coitados. São tão indefesos. Não aguentei ver aquela cena. Sair correndo pro meu quarto. Encontrei minha mãe. Me vendo chorar desesperada começou a gritar cmg. Dizendo que não cuidava deles. Que ela que fazia tudo, que arrumava a bagunça delas. Em partes ela tinha razão. Mas eu cuidava, dando comida e renovando a água deles todo dia. Eu já estava farta vendo ela se importar mais com as plantas dela que não comem, não sente fome, não sente frio, não sente medo, não tem vida própria. E não se importa com 6 gatinhos filhotes aínda. Fiquei indignada. Sair do meu quarto e fui atrás da minha gata, Levíta. Olhei, olhei, não há vi. Perguntei por ela. Meu pai respondeu tá caixa tbm. Não resistir, me desesperei mais. Gritei, *Não, minha gata não. Por favor, ela não. Não levem ela.* Implorei. Mas me negaram ela. Foi desesperador, meu coração parecia querer sair pela minha boca, fiquei sem respirar por alguns minutos, corri pro banheiro com intuito de vomitar o que estava preso em minha garganta me impedindo de respirar. Foi agoniante. Ninguém me socorreu. Meti o dedo na goela, cospi algo gosmento e finalmente voltei a respirar normalmente. Fui pro meu quarto e tornei a chorar em desespero. Meu coração Tava doendo. Naquele momento, meu pai já havia saído. E não pude fazer nada. Todos estávamos contra mim, menos minha irmã caçula que tbm era apegada as gatinhos. Passei a tarde chorando, não almocei, não comi nada. Tô me sentindo sem vida. Ainda choro. Tento me consolar na minha outra gata, que deixaram ficar em casa, Poppie. Mas não consigo segurar a lágrima por muito tempo. Desde então, estou na mesma...
Terça-feira, 22.11.16, 18:42h